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O Programa de Pós-graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias organiza suas atividades em cinco linhas de pesquisa integradas, que articulam ensino, pesquisa e assistência
A Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias dedica-se ao estudo das doenças infecciosas adquiridas fora do ambiente hospitalar ou identificadas no momento da admissão do paciente
A Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias dedica-se ao estudo das doenças infecciosas adquiridas fora do ambiente hospitalar ou identificadas no momento da admissão do paciente, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados ao diagnóstico, tratamento, prevenção e controle dessas infecções. Essa Linha contempla agravos infecciosos de elevada frequência na população geral, com impacto significativo sobre a morbidade, mortalidade, demanda assistencial e organização dos serviços de saúde.As pesquisas desenvolvidas incluem infecções respiratórias, urinárias, gastrointestinais, cutâneas, neurológicas, sistêmicas e sexualmente transmissíveis, além de síndromes febris agudas, síndromes exantemáticas e infecções causadas por vírus, bactérias, fungos e parasitos. Também são contemplados estudos sobre fatores de risco, manifestações clínicas, evolução, resposta terapêutica, complicações e desfechos em diferentes grupos populacionais, incluindo crianças, adultos, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades.No âmbito epidemiológico, a Linha envolve a vigilância de agentes infecciosos circulantes na comunidade, a identificação de padrões sazonais, surtos, fatores de transmissão e distribuição espacial e temporal das infecções. Inclui ainda estudos de resistência antimicrobiana em patógenos comunitários, avaliação de estratégias de prevenção, vacinação, uso racional de antimicrobianos e impacto das infecções comunitárias sobre a atenção primária, serviços de emergência e internações hospitalares.No âmbito laboratorial, contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas às infecções comunitárias, incluindo técnicas microbiológicas, imunológicas, moleculares e genômicas. Abrange também a avaliação de biomarcadores, identificação rápida de agentes etiológicos, caracterização molecular de patógenos, mecanismos de resistência e indicadores laboratoriais associados à gravidade e prognóstico. No que tange à abordagem translacional a Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias integra achados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos à prática assistencial, contribuindo para diagnóstico precoce, estratificação de risco, definição terapêutica e desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais. Dessa forma, a Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias fortalece a integração entre pesquisa, ensino, assistência e vigilância em saúde, contribuindo para a formação de recursos humanos qualificados e para respostas mais efetivas às demandas do Sistema Único de Saúde.
A Linha de Pesquisa em Infecções Materno-Infantis dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem gestantes, fetos, recém-nascidos, lactentes e crianças, abrangendo aspectos clínicos
A Linha de Pesquisa em Infecções Materno-Infantis dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem gestantes, fetos, recém-nascidos, lactentes e crianças, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, transmissão vertical, evolução clínica e impacto dessas infecções sobre a saúde materna e infantil. A Linha contempla investigações voltadas às infecções congênitas, perinatais, neonatais e pediátricas, considerando sua relevância na morbimortalidade materno-infantil e nas repercussões sobre o desenvolvimento infantil e a saúde pública. As pesquisas desenvolvidas abordam diferentes agentes infecciosos de importância obstétrica e pediátrica, incluindo vírus, bactérias, fungos e parasitos associados à transmissão vertical, infecções neonatais precoces e tardias, síndromes congênitas infecciosas e infecções respiratórias, gastrointestinais e sistêmicas em crianças. A Linha também contempla estudos relacionados a arboviroses congênitas, infecções sexualmente transmissíveis na gestação, sepse neonatal, infecções em prematuros e infecções associadas à assistência em unidades materno-infantis e neonatais.No eixo clínico, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, complicações e desfechos relacionados às infecções maternas e pediátricas. As pesquisas incluem avaliação do impacto das infecções sobre a gestação, prematuridade, mortalidade neonatal, alterações do neurodesenvolvimento, resposta terapêutica e evolução clínica de recém-nascidos e crianças hospitalizadas ou acompanhadas ambulatorialmente. No eixo epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular relacionados à circulação de agentes infecciosos em populações materno-infantis, monitoramento de transmissão vertical, investigação de surtos e análise de fatores associados à ocorrência e disseminação de doenças infecciosas em maternidades, unidades neonatais e ambientes comunitários. Ferramentas de epidemiologia molecular e análise genômica são utilizadas para caracterização de patógenos, identificação de variantes circulantes e investigação de cadeias de transmissão. No eixo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia, imunologia e biologia molecular, incluindo testes moleculares, métodos sorológicos e avaliação de biomarcadores relacionados à infecção materna, fetal e neonatal. Também são investigados mecanismos de transmissão vertical, resposta imune materno-fetal, resistência antimicrobiana e fatores laboratoriais associados à gravidade clínica e prognóstico em pacientes pediátricos e neonatais. A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre achados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para aprimoramento do diagnóstico precoce, monitoramento gestacional, estratificação de risco e tomada de decisão terapêutica em infecções materno-infantis. As pesquisas incluem desenvolvimento de protocolos clínico-laboratoriais, incorporação de novas tecnologias diagnósticas e avaliação de estratégias voltadas à prevenção da transmissão vertical e redução da morbimortalidade materna e neonatal. A Linha de Pesquisa em Infecções Materno-Infantis contribui para o fortalecimento das ações de vigilância, prevenção e assistência à saúde materna e da criança, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência em consonância com as prioridades do Sistema Único de Saúde e os desafios contemporâneos da saúde pública. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em doenças infecciosas materno-infantis e em áreas relacionadas à neonatologia, pediatria, obstetrícia e vigilância epidemiológica.
A Linha de Pesquisa em Infecções em Pacientes Imunocomprometidos dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem indivíduos com comprometimento do sistema imunológico
A Linha de Pesquisa em Infecções em Pacientes Imunocomprometidos dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem indivíduos com comprometimento do sistema imunológico, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, monitoramento e manejo dessas infecções. A imunossupressão, decorrente de doenças de base, terapias imunossupressoras, transplantes, neoplasias hematológicas, infecção pelo HIV, doenças autoimunes ou condições clínicas críticas, favorece a ocorrência de infecções oportunistas, reativações virais e quadros infecciosos graves associados a elevada morbimortalidade.As pesquisas desenvolvidas nesta Linha contemplam a investigação de infecções virais, bacterianas, fúngicas e parasitárias em pacientes imunocomprometidos, incluindo transplantados de órgãos sólidos e medula óssea, pacientes onco-hematológicos, indivíduos vivendo com HIV/AIDS, pacientes em uso de imunobiológicos ou corticosteroides, portadores de imunodeficiências primárias e pacientes críticos internados em unidades hospitalares. A Linha também aborda estudos relacionados à reativação de infecções latentes, resistência antimicrobiana, coinfecções e complicações infecciosas associadas ao comprometimento imunológico.Na área clínica, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, evolução dos casos, resposta terapêutica e desfechos relacionados às infecções em indivíduos imunocomprometidos. As pesquisas incluem avaliação de fatores de risco para infecções oportunistas, monitoramento de eventos infecciosos graves, impacto das terapias imunossupressoras e análise de estratégias de prevenção e tratamento em diferentes populações vulneráveis.No âmbito epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular voltados ao monitoramento da circulação de agentes infecciosos em ambientes hospitalares e comunitários, investigação de surtos, análise de padrões de transmissão e avaliação da ocorrência de infecções emergentes e reemergentes em pacientes imunossuprimidos. Ferramentas de epidemiologia molecular e sequenciamento genômico são utilizadas para caracterização de variantes virais, mecanismos de resistência microbiana e rastreamento de cadeias de transmissão.No ramo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia clínica, imunologia infecciosa e biologia molecular, incluindo testes moleculares quantitativos, sequenciamento genético, monitoramento de carga viral, avaliação de biomarcadores infecciosos e investigação da resposta imune do hospedeiro. Também são estudados mecanismos de patogenicidade, interação agente-hospedeiro e fatores associados à persistência, reativação e gravidade das infecções em pacientes imunocomprometidos. A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre dados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para suporte diagnóstico, estratificação de risco, monitoramento terapêutico e tomada de decisão clínica. As pesquisas incluem desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais, incorporação de biomarcadores e avaliação de novas tecnologias aplicadas ao diagnóstico precoce e ao manejo de infecções oportunistas e graves.A Linha de Pesquisa em Infecções em Pacientes Imunocomprometidos contribui para o fortalecimento da assistência especializada, da vigilância epidemiológica e da inovação diagnóstica em doenças infecciosas, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em áreas relacionadas à infectologia, transplantes, oncologia, imunologia clínica, terapia intensiva e medicina laboratorial, em consonância com as demandas do Sistema Único de Saúde e os desafios contemporâneos da medicina de precisão.
A Linha de Pesquisa em Doenças Infecciosas Emergentes, Reemergentes e Negligenciadas dedica-se ao estudo dos agentes infecciosos responsáveis por doenças de relevância epidemiológica .
A Linha de Pesquisa em Doenças Infecciosas Emergentes, Reemergentes e Negligenciadas dedica-se ao estudo dos agentes infecciosos responsáveis por doenças de relevância epidemiológica atual e potencial impacto em saúde pública, abrangendo aspectos clínicos, laboratoriais, epidemiológicos e translacionais relacionados à emergência, reemergência, disseminação, diagnóstico, prevenção e controle dessas enfermidades. A Linha contempla investigações voltadas a patógenos virais, bacterianos, fúngicos e parasitários associados a surtos, epidemias, mudanças no perfil de circulação de agentes infecciosos e doenças historicamente negligenciadas, especialmente em países tropicais e populações vulneráveis.As pesquisas desenvolvidas buscam compreender os fatores biológicos, ambientais, sociais e assistenciais envolvidos na dinâmica de transmissão e expansão dessas doenças, incluindo alterações ecológicas, urbanização, mudanças climáticas, mobilidade populacional, resistência antimicrobiana e impacto das desigualdades socioeconômicas sobre a ocorrência e manutenção de enfermidades infecciosas. A Linha também aborda doenças com elevada carga de morbimortalidade e limitado investimento científico ou tecnológico, frequentemente associadas a populações em situação de vulnerabilidade social.No eixo clínico, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, complicações, resposta terapêutica e desfechos relacionados às doenças emergentes, reemergentes e negligenciadas. As pesquisas incluem análise de coortes clínicas, investigação de formas graves de infecção, avaliação de biomarcadores e monitoramento de pacientes acometidos por doenças virais respiratórias, arboviroses, zoonoses, infecções parasitárias e outras enfermidades de importância regional e global.No eixo epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular destinados ao monitoramento da circulação de agentes infecciosos, identificação de surtos, análise espacial e temporal de doenças e investigação de cadeias de transmissão. Ferramentas de epidemiologia molecular, sequenciamento genômico e análise filogenética são utilizadas para caracterização de variantes genéticas, monitoramento de mutações, investigação de eventos de emergência viral e rastreamento da disseminação de patógenos em diferentes cenários populacionais e ambientais.No eixo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia, imunologia e biologia molecular, incluindo testes moleculares, métodos sorológicos, sequenciamento genético e avaliação de biomarcadores relacionados à infecção e gravidade clínica. Também são investigados mecanismos de patogenicidade, interação agente-hospedeiro, resistência antimicrobiana e fatores associados à persistência e disseminação de patógenos emergentes e negligenciados.A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre achados laboratoriais, epidemiológicos e clínicos para suporte à vigilância em saúde, diagnóstico precoce, estratificação de risco e tomada de decisão terapêutica. As pesquisas incluem desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais, incorporação de novas tecnologias diagnósticas e avaliação de estratégias voltadas ao fortalecimento da capacidade de resposta frente a surtos, epidemias e doenças negligenciadas.A Linha de Pesquisa contribui para o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica, inovação diagnóstica e produção de conhecimento científico aplicado às necessidades do Sistema Único de Saúde, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em doenças infecciosas de relevância nacional e internacional, em consonância com os desafios contemporâneos da saúde pública global.
Estudo das infecções associadas ao cuidado em saúde e à segurança do paciente em diferentes cenários assistenciais.
A Linha de Pesquisa em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) dedica-se ao estudo dos processos infecciosos associados ao cuidado em saúde, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, monitoramento e controle dessas infecções em diferentes cenários assistenciais. Consideradas um dos principais desafios da assistência moderna, as IRAS apresentam impacto significativo na morbimortalidade, no tempo de internação, nos custos hospitalares e na segurança do paciente, especialmente em indivíduos críticos, imunocomprometidos e submetidos a procedimentos invasivos.As pesquisas desenvolvidas nesta Linha contemplam a investigação de infecções associadas a dispositivos invasivos, como cateteres venosos centrais, ventilação mecânica e sondagem vesical, bem como infecções de corrente sanguínea, pneumonias associadas à ventilação mecânica, infecções do trato urinário, infecções de sítio cirúrgico e surtos hospitalares causados por microrganismos multirresistentes. A Linha também abrange estudos relacionados à epidemiologia hospitalar, vigilância microbiológica, monitoramento de resistência antimicrobiana e avaliação de estratégias de prevenção e controle de infecções em ambientes hospitalares e ambulatoriais.Nos projetos relacionados à Clínica, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização de fatores de risco, manifestações clínicas, evolução de casos, resposta terapêutica e desfechos associados às IRAS. As pesquisas incluem avaliação de protocolos assistenciais, impacto do uso de antimicrobianos, tempo de internação, mortalidade hospitalar e ocorrência de complicações infecciosas em diferentes perfis de pacientes, incluindo aqueles internados em unidades de terapia intensiva, transplantados, pacientes onco-hematológicos e indivíduos com imunossupressão.Nos estudos epidemiológico, a Linha contempla estudos de vigilância ativa e análise de indicadores relacionados à ocorrência e disseminação de infecções hospitalares, incluindo monitoramento de surtos, avaliação de taxas de incidência, estudos de colonização e investigação da circulação de patógenos emergentes e multirresistentes em ambientes assistenciais. Ferramentas de epidemiologia molecular e análise genômica são empregadas para caracterização de clones bacterianos, rastreamento de cadeias de transmissão e identificação de mecanismos de disseminação intra-hospitalar.No eixo laboratorial, destacam-se estudos voltados ao desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia clínica, biologia molecular e imunologia infecciosa. Incluem-se pesquisas relacionadas à identificação rápida de microrganismos, detecção de genes de resistência, avaliação de biomarcadores infecciosos e análise de desempenho de testes laboratoriais utilizados na rotina assistencial. A Linha também investiga mecanismos microbiológicos e moleculares associados à resistência antimicrobiana e à virulência de patógenos de relevância hospitalar.A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre dados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para suporte à tomada de decisão assistencial e ao desenvolvimento de estratégias de prevenção e controle de IRAS. Nesse contexto, são desenvolvidos algoritmos clínico-laboratoriais, protocolos diagnósticos, ferramentas de estratificação de risco e estudos de avaliação de novas tecnologias aplicadas ao manejo de pacientes e à vigilância hospitalar. A Linha de Pesquisa em IRAS contribui para o fortalecimento das ações de segurança do paciente, uso racional de antimicrobianos e qualificação da assistência em saúde, contribuindo para a formação de recursos humanos especializados na área e promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência.
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A Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias dedica-se ao estudo das doenças infecciosas adquiridas fora do ambiente hospitalar ou identificadas no momento da admissão do paciente, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados ao diagnóstico, tratamento, prevenção e controle dessas infecções. Essa Linha contempla agravos infecciosos de elevada frequência na população geral, com impacto significativo sobre a morbidade, mortalidade, demanda assistencial e organização dos serviços de saúde.As pesquisas desenvolvidas incluem infecções respiratórias, urinárias, gastrointestinais, cutâneas, neurológicas, sistêmicas e sexualmente transmissíveis, além de síndromes febris agudas, síndromes exantemáticas e infecções causadas por vírus, bactérias, fungos e parasitos. Também são contemplados estudos sobre fatores de risco, manifestações clínicas, evolução, resposta terapêutica, complicações e desfechos em diferentes grupos populacionais, incluindo crianças, adultos, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades.No âmbito epidemiológico, a Linha envolve a vigilância de agentes infecciosos circulantes na comunidade, a identificação de padrões sazonais, surtos, fatores de transmissão e distribuição espacial e temporal das infecções. Inclui ainda estudos de resistência antimicrobiana em patógenos comunitários, avaliação de estratégias de prevenção, vacinação, uso racional de antimicrobianos e impacto das infecções comunitárias sobre a atenção primária, serviços de emergência e internações hospitalares.No âmbito laboratorial, contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas às infecções comunitárias, incluindo técnicas microbiológicas, imunológicas, moleculares e genômicas. Abrange também a avaliação de biomarcadores, identificação rápida de agentes etiológicos, caracterização molecular de patógenos, mecanismos de resistência e indicadores laboratoriais associados à gravidade e prognóstico. No que tange à abordagem translacional a Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias integra achados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos à prática assistencial, contribuindo para diagnóstico precoce, estratificação de risco, definição terapêutica e desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais. Dessa forma, a Linha de Pesquisa em Infecções Comunitárias fortalece a integração entre pesquisa, ensino, assistência e vigilância em saúde, contribuindo para a formação de recursos humanos qualificados e para respostas mais efetivas às demandas do Sistema Único de Saúde.
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A Linha de Pesquisa em Infecções Materno-Infantis dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem gestantes, fetos, recém-nascidos, lactentes e crianças, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, transmissão vertical, evolução clínica e impacto dessas infecções sobre a saúde materna e infantil. A Linha contempla investigações voltadas às infecções congênitas, perinatais, neonatais e pediátricas, considerando sua relevância na morbimortalidade materno-infantil e nas repercussões sobre o desenvolvimento infantil e a saúde pública. As pesquisas desenvolvidas abordam diferentes agentes infecciosos de importância obstétrica e pediátrica, incluindo vírus, bactérias, fungos e parasitos associados à transmissão vertical, infecções neonatais precoces e tardias, síndromes congênitas infecciosas e infecções respiratórias, gastrointestinais e sistêmicas em crianças. A Linha também contempla estudos relacionados a arboviroses congênitas, infecções sexualmente transmissíveis na gestação, sepse neonatal, infecções em prematuros e infecções associadas à assistência em unidades materno-infantis e neonatais.No eixo clínico, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, complicações e desfechos relacionados às infecções maternas e pediátricas. As pesquisas incluem avaliação do impacto das infecções sobre a gestação, prematuridade, mortalidade neonatal, alterações do neurodesenvolvimento, resposta terapêutica e evolução clínica de recém-nascidos e crianças hospitalizadas ou acompanhadas ambulatorialmente. No eixo epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular relacionados à circulação de agentes infecciosos em populações materno-infantis, monitoramento de transmissão vertical, investigação de surtos e análise de fatores associados à ocorrência e disseminação de doenças infecciosas em maternidades, unidades neonatais e ambientes comunitários. Ferramentas de epidemiologia molecular e análise genômica são utilizadas para caracterização de patógenos, identificação de variantes circulantes e investigação de cadeias de transmissão. No eixo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia, imunologia e biologia molecular, incluindo testes moleculares, métodos sorológicos e avaliação de biomarcadores relacionados à infecção materna, fetal e neonatal. Também são investigados mecanismos de transmissão vertical, resposta imune materno-fetal, resistência antimicrobiana e fatores laboratoriais associados à gravidade clínica e prognóstico em pacientes pediátricos e neonatais. A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre achados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para aprimoramento do diagnóstico precoce, monitoramento gestacional, estratificação de risco e tomada de decisão terapêutica em infecções materno-infantis. As pesquisas incluem desenvolvimento de protocolos clínico-laboratoriais, incorporação de novas tecnologias diagnósticas e avaliação de estratégias voltadas à prevenção da transmissão vertical e redução da morbimortalidade materna e neonatal. A Linha de Pesquisa em Infecções Materno-Infantis contribui para o fortalecimento das ações de vigilância, prevenção e assistência à saúde materna e da criança, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência em consonância com as prioridades do Sistema Único de Saúde e os desafios contemporâneos da saúde pública. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em doenças infecciosas materno-infantis e em áreas relacionadas à neonatologia, pediatria, obstetrícia e vigilância epidemiológica.
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A Linha de Pesquisa em Infecções em Pacientes Imunocomprometidos dedica-se ao estudo das doenças infecciosas que acometem indivíduos com comprometimento do sistema imunológico, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, monitoramento e manejo dessas infecções. A imunossupressão, decorrente de doenças de base, terapias imunossupressoras, transplantes, neoplasias hematológicas, infecção pelo HIV, doenças autoimunes ou condições clínicas críticas, favorece a ocorrência de infecções oportunistas, reativações virais e quadros infecciosos graves associados a elevada morbimortalidade.As pesquisas desenvolvidas nesta Linha contemplam a investigação de infecções virais, bacterianas, fúngicas e parasitárias em pacientes imunocomprometidos, incluindo transplantados de órgãos sólidos e medula óssea, pacientes onco-hematológicos, indivíduos vivendo com HIV/AIDS, pacientes em uso de imunobiológicos ou corticosteroides, portadores de imunodeficiências primárias e pacientes críticos internados em unidades hospitalares. A Linha também aborda estudos relacionados à reativação de infecções latentes, resistência antimicrobiana, coinfecções e complicações infecciosas associadas ao comprometimento imunológico.Na área clínica, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, evolução dos casos, resposta terapêutica e desfechos relacionados às infecções em indivíduos imunocomprometidos. As pesquisas incluem avaliação de fatores de risco para infecções oportunistas, monitoramento de eventos infecciosos graves, impacto das terapias imunossupressoras e análise de estratégias de prevenção e tratamento em diferentes populações vulneráveis.No âmbito epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular voltados ao monitoramento da circulação de agentes infecciosos em ambientes hospitalares e comunitários, investigação de surtos, análise de padrões de transmissão e avaliação da ocorrência de infecções emergentes e reemergentes em pacientes imunossuprimidos. Ferramentas de epidemiologia molecular e sequenciamento genômico são utilizadas para caracterização de variantes virais, mecanismos de resistência microbiana e rastreamento de cadeias de transmissão.No ramo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia clínica, imunologia infecciosa e biologia molecular, incluindo testes moleculares quantitativos, sequenciamento genético, monitoramento de carga viral, avaliação de biomarcadores infecciosos e investigação da resposta imune do hospedeiro. Também são estudados mecanismos de patogenicidade, interação agente-hospedeiro e fatores associados à persistência, reativação e gravidade das infecções em pacientes imunocomprometidos. A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre dados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para suporte diagnóstico, estratificação de risco, monitoramento terapêutico e tomada de decisão clínica. As pesquisas incluem desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais, incorporação de biomarcadores e avaliação de novas tecnologias aplicadas ao diagnóstico precoce e ao manejo de infecções oportunistas e graves.A Linha de Pesquisa em Infecções em Pacientes Imunocomprometidos contribui para o fortalecimento da assistência especializada, da vigilância epidemiológica e da inovação diagnóstica em doenças infecciosas, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em áreas relacionadas à infectologia, transplantes, oncologia, imunologia clínica, terapia intensiva e medicina laboratorial, em consonância com as demandas do Sistema Único de Saúde e os desafios contemporâneos da medicina de precisão.
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A Linha de Pesquisa em Doenças Infecciosas Emergentes, Reemergentes e Negligenciadas dedica-se ao estudo dos agentes infecciosos responsáveis por doenças de relevância epidemiológica atual e potencial impacto em saúde pública, abrangendo aspectos clínicos, laboratoriais, epidemiológicos e translacionais relacionados à emergência, reemergência, disseminação, diagnóstico, prevenção e controle dessas enfermidades. A Linha contempla investigações voltadas a patógenos virais, bacterianos, fúngicos e parasitários associados a surtos, epidemias, mudanças no perfil de circulação de agentes infecciosos e doenças historicamente negligenciadas, especialmente em países tropicais e populações vulneráveis.As pesquisas desenvolvidas buscam compreender os fatores biológicos, ambientais, sociais e assistenciais envolvidos na dinâmica de transmissão e expansão dessas doenças, incluindo alterações ecológicas, urbanização, mudanças climáticas, mobilidade populacional, resistência antimicrobiana e impacto das desigualdades socioeconômicas sobre a ocorrência e manutenção de enfermidades infecciosas. A Linha também aborda doenças com elevada carga de morbimortalidade e limitado investimento científico ou tecnológico, frequentemente associadas a populações em situação de vulnerabilidade social.No eixo clínico, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização das manifestações clínicas, fatores prognósticos, complicações, resposta terapêutica e desfechos relacionados às doenças emergentes, reemergentes e negligenciadas. As pesquisas incluem análise de coortes clínicas, investigação de formas graves de infecção, avaliação de biomarcadores e monitoramento de pacientes acometidos por doenças virais respiratórias, arboviroses, zoonoses, infecções parasitárias e outras enfermidades de importância regional e global.No eixo epidemiológico, destacam-se estudos de vigilância epidemiológica e molecular destinados ao monitoramento da circulação de agentes infecciosos, identificação de surtos, análise espacial e temporal de doenças e investigação de cadeias de transmissão. Ferramentas de epidemiologia molecular, sequenciamento genômico e análise filogenética são utilizadas para caracterização de variantes genéticas, monitoramento de mutações, investigação de eventos de emergência viral e rastreamento da disseminação de patógenos em diferentes cenários populacionais e ambientais.No eixo laboratorial, a Linha contempla o desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia, imunologia e biologia molecular, incluindo testes moleculares, métodos sorológicos, sequenciamento genético e avaliação de biomarcadores relacionados à infecção e gravidade clínica. Também são investigados mecanismos de patogenicidade, interação agente-hospedeiro, resistência antimicrobiana e fatores associados à persistência e disseminação de patógenos emergentes e negligenciados.A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre achados laboratoriais, epidemiológicos e clínicos para suporte à vigilância em saúde, diagnóstico precoce, estratificação de risco e tomada de decisão terapêutica. As pesquisas incluem desenvolvimento de algoritmos clínico-laboratoriais, incorporação de novas tecnologias diagnósticas e avaliação de estratégias voltadas ao fortalecimento da capacidade de resposta frente a surtos, epidemias e doenças negligenciadas.A Linha de Pesquisa contribui para o fortalecimento das ações de vigilância epidemiológica, inovação diagnóstica e produção de conhecimento científico aplicado às necessidades do Sistema Único de Saúde, promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência. Além disso, favorece a formação de recursos humanos qualificados para atuação em doenças infecciosas de relevância nacional e internacional, em consonância com os desafios contemporâneos da saúde pública global.
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A Linha de Pesquisa em Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) dedica-se ao estudo dos processos infecciosos associados ao cuidado em saúde, abrangendo aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e translacionais relacionados à prevenção, diagnóstico, monitoramento e controle dessas infecções em diferentes cenários assistenciais. Consideradas um dos principais desafios da assistência moderna, as IRAS apresentam impacto significativo na morbimortalidade, no tempo de internação, nos custos hospitalares e na segurança do paciente, especialmente em indivíduos críticos, imunocomprometidos e submetidos a procedimentos invasivos.As pesquisas desenvolvidas nesta Linha contemplam a investigação de infecções associadas a dispositivos invasivos, como cateteres venosos centrais, ventilação mecânica e sondagem vesical, bem como infecções de corrente sanguínea, pneumonias associadas à ventilação mecânica, infecções do trato urinário, infecções de sítio cirúrgico e surtos hospitalares causados por microrganismos multirresistentes. A Linha também abrange estudos relacionados à epidemiologia hospitalar, vigilância microbiológica, monitoramento de resistência antimicrobiana e avaliação de estratégias de prevenção e controle de infecções em ambientes hospitalares e ambulatoriais.Nos projetos relacionados à Clínica, são desenvolvidos estudos observacionais e intervencionistas voltados à caracterização de fatores de risco, manifestações clínicas, evolução de casos, resposta terapêutica e desfechos associados às IRAS. As pesquisas incluem avaliação de protocolos assistenciais, impacto do uso de antimicrobianos, tempo de internação, mortalidade hospitalar e ocorrência de complicações infecciosas em diferentes perfis de pacientes, incluindo aqueles internados em unidades de terapia intensiva, transplantados, pacientes onco-hematológicos e indivíduos com imunossupressão.Nos estudos epidemiológico, a Linha contempla estudos de vigilância ativa e análise de indicadores relacionados à ocorrência e disseminação de infecções hospitalares, incluindo monitoramento de surtos, avaliação de taxas de incidência, estudos de colonização e investigação da circulação de patógenos emergentes e multirresistentes em ambientes assistenciais. Ferramentas de epidemiologia molecular e análise genômica são empregadas para caracterização de clones bacterianos, rastreamento de cadeias de transmissão e identificação de mecanismos de disseminação intra-hospitalar.No eixo laboratorial, destacam-se estudos voltados ao desenvolvimento, padronização e validação de metodologias diagnósticas aplicadas à microbiologia clínica, biologia molecular e imunologia infecciosa. Incluem-se pesquisas relacionadas à identificação rápida de microrganismos, detecção de genes de resistência, avaliação de biomarcadores infecciosos e análise de desempenho de testes laboratoriais utilizados na rotina assistencial. A Linha também investiga mecanismos microbiológicos e moleculares associados à resistência antimicrobiana e à virulência de patógenos de relevância hospitalar.A abordagem translacional constitui importante componente desta Linha de Pesquisa, promovendo a integração entre dados clínicos, laboratoriais e epidemiológicos para suporte à tomada de decisão assistencial e ao desenvolvimento de estratégias de prevenção e controle de IRAS. Nesse contexto, são desenvolvidos algoritmos clínico-laboratoriais, protocolos diagnósticos, ferramentas de estratificação de risco e estudos de avaliação de novas tecnologias aplicadas ao manejo de pacientes e à vigilância hospitalar.
A Linha de Pesquisa em IRAS contribui para o fortalecimento das ações de segurança do paciente, uso racional de antimicrobianos e qualificação da assistência em saúde, contribuindo para a formação de recursos humanos especializados na área e promovendo integração entre pesquisa, ensino e assistência.